Archive for the ‘Cotidiano’ Category

Larguei a Coca-Cola e agora não acordo mais

Friday, January 8th, 2010

Faz pouco mais de 1 semana que larguei de vez o consumo da Coca-Cola em casa, e dessa vez tomei o cuidado de substituir por outras bebidas que também incluem cafeína, especialmente o chá preto. Mantive também o mesmo consumo de café de antes.

Mesmo assim, aconteceu o de sempre: eu, que não precisava de despertador e sempre acordava com qualquer barulhinho, agora durmo a manhã inteira, se não houver nenhuma intervenção impactante.

Como eu já dormia bem e em número de horas suficiente, vou torcer pra adaptação acontecer logo, senão vou ter de reativar o despertador, e aí vai ser de fato uma perda e uma pena.

E a fonte?

Wednesday, December 23rd, 2009

A mãe chegou pro Natal, trazendo consigo alguns pacotes de biscoitos salgados da Delicatesse Viktoria, lá de Joinville, juntamente com meu velho PSOne (e vários CDs de jogos) que minha irmã provavelmente levará para Brasília no ano novo.

Ela também trouxe o seu notebook novo, mas por alguma razão dessas que quem não é sua própria mãe (eu sei, isso exclui a maior parte da humanidade) jamais entenderá, *optou* por deixar em Joinville a fonte de alimentação do dito-cujo, que chegou aqui já sem carga na bateria, também por razão similarmente misteriosa.

Com um pouco de movimentação frenética, alguns telefonemas e uma ida ao centro (vendo apenas de relance o Fiat Uno do Mal), consegui uma fonte compatível (20V, 2A), e ainda voltei a tempo pro churrasco de boas-vindas.

Ah, hoje também comprei, finalmente, o meu metrônomo digital. Ele também é afinador de guitarra e baixo, como é comum (aparentemente, exceto nos “de griffe”). Outro dia conto a vocês sobre ele, depois que eu testar, e finalmente deixar de lado o metro.sh, bastante preciso mas bem menos conveniente e portátil.

Compras de Natal on-line: paguei metrônomo, recebi aspirador

Thursday, December 17th, 2009

Quem não conhece a história de alguém que aderiu às compras on-line para se livrar do inferno do comércio local na hora de comprar os presentes de Natal?

Aconteceu comigo quando faltavam 3 semanas pro Natal, mas por ter um entendimento aproximado de como estes processos funcionam no nível estratégico, eu tive condições de resolver a tempo, e agora compartilho com vocês tanto a minha forma de ver a raiz do problema, quanto a solução que adotei e recomendo.

Provavelmente isso ainda vai virar um post pro Efetividade.net, mas por enquanto compartilho com vocês, caros amigos, o que penso a respeito.

A solução inicial: prevenir é melhor que remediar

Talvez eu tenha sido meio early adopter nisso, e já aprendi que o melhor é comprar bem antes do pico (tipo: final de outubro já ir começando), e dividir em várias compras e datas, não só pra aproveitar o melhor preço de cada um dos (poucos) concorrentes da área, mas também como uma forma de reduzir o prejuízo e incomodação causado pelos eventuais erros.

Não tenho certeza se o dispêndio total vai ser maior ou menor do que se eu tivesse ido ao comércio local, até mesmo porque o processo de comprar olhando vitrines é bem mais subjetivo, nem sempre se compra só aquilo que se planejou, e há outros custos associados: deslocamentos, estacionamentos, o custo de oportunidade do tempo empregado, etc.

Mesmo assim, pra mim comprar online funciona mais pela comodidade do que por uma intenção de gastar um pouco menos com as compras que eu planejei; a discussão sobre a variação de custo eu preciso deixar para quem tem nisso o fator-chave para a sua opção por um método.

Quando dá certo de primeira, é uma maravilha. Mas se der errado…

A complicada cadeia logística dos grandes varejistas on-line já é vulnerável em épocas “normais”, mas nas datas quentes do comércio ela se estica toda, porque há limites para quanto todos os envolvidos (fornecedores, transportadores, empregadores) podem expandir suas capacidades em períodos tão curtos e sem prejudicar a competitividade dos preços.

Mesmo assim, a maioria das entregas acontece normalmente, os clientes ficam satisfeitos, e a coisa anda como deveria andar. Só que o fato de a cadeia estar toda esticada até o limite queima todas as margens de segurança, e isso tem um efeito nefasto sobre as exceções, que são os casos em que a entrega não ocorre, ou ocorre com erro grave.

É similar aos (caos|call) centers das operadoras de celular

O caso dos call centers, mais conhecido, serve como analogia pra explicar. Nem com lei fixando parâmetros de qualidade (tempo de atendimento, tempo de solução, etc.) as operadoras resolveram a questão.

O que se divulga sobre isso faz bastante sentido: cada uma delas pega lápis e papel e calcula custos e riscos, concluindo: sai mais barato ir ignorando tudo e esperar a bomba explodir no judiciário (caso isso de fato aconteça) do que investir para dar desde já o atendimento que deveria ser dado.

E o cliente? Se estiver insatisfeito, ele que vá para outra operadora, mas ao mesmo tempo os clientes insatisfeitos da outra virão para a minha, já que os gestores de lá farão a mesma conta e chegarão à mesma conclusão. E aí eles encontram as justificativas, dão um jeito de cobrar de todos nós a conta por essa rotatividade, portabilidade, etc., e tocam suas vidas.

Tomada esta decisão no nível estratégico, ela nem precisa ser comunicada aos operadores, supervisores, gerentes, etc. – o sistema será dimensionado assim, funcionará assim, e apesar disso os gestores de nível médio serão cobrados pelos seus superiores como se fosse possível atender aos patamares de qualidade que se optou por não oferecer – afinal, a estratégia perversa não pode funcionar se for de conhecimento público.

Claro que essa decisão, perversa mas racional (dentro do paradigma descrito, ao menos) só funciona enquanto não houver uma operadora que resolva sair do esquemão. Mas mesmo que uma delas saia, é bastante provável que sua estratégia seja vítima de seu próprio sucesso, uma vez que vai ficando desproporcionalmente mais difícil oferecer o mesmo diferencial conforme mais clientes forem chegando e os concorrentes forem reagindo…

Transpondo pra realidade do varejo online

Eu vejo no varejo online natalino uma variação dessa perversão do modelo, com características um pouco diferentes. A base da idéia é a seguinte: a cadeia logística como um todo se reforça (um pouco) e se estica (bastante), mas a ênfase de todos os envolvidos é ampliar e reforçar as atividades onde mais retorno é percebido: conseguir fechar mais vendas, conseguir entregar mais produtos.

As atividades de suporte a isso tudo recebem reforços menores, quando recebem. E não é porque os gestores não sabem que haverá mais erros, trocas e defeitos que o normal. Eles sabem disso muito bem, mas investir nas áreas que geram maior retorno imediato está mais adequado ao sistema de incentivos (objetivos ou não) nos quais cada um deles está inserido (do maior gestor do depósito ao mais humilde motoboy terceirizado).

E aí o call center congestiona, as respostas por e-mail não chegam, o chat-online tem fila de mais de 50 pessoas, etc. Como previsto e aceito, como escolhido e definido: o sistema foi dimensionado exatamente assim.

A escolha de Sofia

Ocorre aí uma situação em que não há a menor chance para o consumidor que ficou sem receber, ou recebeu uma entrega trocada, danificada, ou atrasada demais: a empresa já escolheu que para ela é mais interessante ampliar o número de consumidores satisfeitos desde o começo do que investir bem mais para garantir que aquele percentual que certamente ficará insatisfeito possa ser reconquistado.

E não é que eles não queiram te atender: eles querem! Mas a quantidade de reclamações sendo processada pelo pessoal da qualidade, trocas, devoluções ou o que seja torna impossível uma resolução rápida, e o restante dos recursos da cadeia está completamente esticado e não pode ir apoiar – o foco deles continua sendo fazer mais vendas, mais transportes e mais entregas até o Natal, e o que for dando errado, dentro da margem anteriormente definida como aceitável, “a gente vê depois”.

Ou seja: se te entregarem tudo certinho, você se deu bem, e está entre a maioria dos clientes que são bem-atendidos, no prazo certo, com a qualidade esperada. Mas se o seu produto não veio, ou chegou trocado, danificado ou incompleto, já era: há muito pouca chance de a situação se resolver a tempo, e todas as suas argumentações com base de que o erro não é seu, você não pode ser penalizado por ele, e que deseja uma solução completa antes do Natal cairão em ouvidos já cansados de receber as mesmas frases e ameaças sem poder reagir a elas – positivamente ou não.

Você sempre pode tentar, e claro que algumas pessoas conseguirão uma solução. Mas a essa altura você já está insatisfeito, e na atual situação de mercado em expansão e concorrência insuficiente, sai muito mais barato ampliar o número de clientes satisfeitos do que recuperar os que já estiverem insatisfeitos – e os danos à imagem causados pelos poucos insatisfeitos que conseguem algum espaço para reclamar não chegam a mudar isso, pelo menos por enquanto.

O meu caso emblemático: pedi metrônomo, recebi aspirador

Este ano eu fiz minhas compras de Natal principalmente em uma grande empresa de varejo on-line brasileira, integrante do conglomerado líder no setor, cujo nome vou preservar, mas vale mencionar que eu tenho conhecimento de que ela frequentemente submerge em um mar de problemas de entregas na época de Natal, ok?

Mas usei minha técnica usual, que funciona bem: comecei a comprar quando outubro acabou, e dividi em várias compras menores, até porque não haveria ganho com o frete se eu comprasse em um lote só. Tudo que eu comprei chegou no prazo e com integridade.

Mas no final da primeira semana de dezembro eu precisei fazer uma compra não-natalina: um cartucho de impressão e um metrônomo digital, ambos em falta nas lojas que frequento aqui na minha cidade. Mesmo sabendo do risco do período natalino, fiz o pedido online e aguardei os 3 dias do prazo, tranquilo. E não chegou. E continuei tranquilo.

No quarto dia, quando cheguei em casa, o porteiro entregou um pacotão com o emblema da empresa, e eu já fui abrindo, contente, enquanto subia pelo elevador. Mas o contentamento acabou ali mesmo: o pacote, corretamente endereçado a mim, tinha um número de pedido que não era o meu, a bolsinha onde deveria vir a nota fiscal estava vazia, e o conteúdo era um aspirador de pó portátil, de voltagem única e incompatível com a tensão aqui do meu estado. #epicfail

Quando percebi tudo isso, eu já sabia que o jogo havia acabado, e meu metrônomo era o perdedor. Tendo lido muitas histórias de horror do atendimento do suporte submerso, já fiz direto o que tinha maior expectativa de sucesso: telefonei para lá no domingo de manhã (fora do pico, portanto), abri a reclamação, aguardei chegar o e-mail de protocolo, respondi a ele com fotografia da etiqueta do pacote, e aguardei o prazo de apuração que sabia que não seria cumprido.

Ao final do prazo, mandei novo e-mail pedindo o que eu queria desde o princípio, mas sabia que não devia pedir inicialmente: que esquecessem o assunto todo, não consertassem mais o erro deles, e ao invés disso apenas me devolvessem o dinheiro.

Devolver o dinheiro é algo que o varejo quase nunca quer, mas o responsável por esse tipo de fila de atendimento usualmente tem um indicador de desempenho muito importante para a sua própria avaliação departamental, que é a taxa ou prazo de resolução de questões. A essa altura, ele sabe que a apuração de uma entrega errada não é o problema, mas ele jamais conseguirá entregar um produto substituto a tempo.

Devolver o dinheiro, por outro lado, é algo que ele faz rapidamente, e depois o departamento financeiro que se vire. E o aspirador 110V entregue errado permanece aqui à disposição caso ele queira vir aqui recolher, mas acho que isso é incompatível com o indicador dele – para o departamento dele, sairá mais barato dizer que o produto se extraviou, e pronto – afinal, lá não é a máfia, eles não vão apurar isso até o último centavo depois que o corre-corre acabar.

E aqui estou eu, com a compra desfeita, o crédito a caminho da minha conta novamente (vai demorar – agora chegou a vez de eu ser mal atendido pelos padrões de qualidade e serviço da operadora de cartões de crédito), e a caminho de mais um périplo pelas lojas de música para ver se encontro um bom metrônomo digital – mas acho que só vou fazer isso no dia 28, depois que o pessoal das trocas de presente nas lojas de roupas já tiver desocupado os estacionamentos!

Isso quer dizer que você não deve comprar on-line?

Não, não é isso que eu quero dizer. Inclusive eu vou continuar comprando na mesma loja, e recomendando.

O fato de ela funcionar assim perversamente quando o sistema falha não é nenhuma surpresa pra mim, nem deveria ser para ninguém. E isso acontece porque de fato o número de clientes que recebem os produtos corretamente é muito superior, o que por enquanto ainda dá aos gestores a possibilidade de agir perversamente com os demais casos.

A minha mensagem é a seguinte: fazer compras natalinas on-line a partir da primeira semana de dezembro é um risco, e deve ser tratado como tal. Há maneiras de prevenir ou limitar os danos, mas quando eles chegarem a acontecer, o melhor é dar a transação toda como perdida, e apenas tentar recuperar o valor pago, do que persistir na esperança vã de que algo será resolvido até o Natal – porque isso sim é quase como ganhar na loteria!

Beleza?

Friday, January 30th, 2009

Beleza!

Hoje li um texto interessante do Bruce Sterling. Carrega bastante nas tintas, mas me fez refletir por mais de 12 segundos.

Carnaval livre: Stelmann cai no samba, vai reinar na bateria

Sunday, November 25th, 2007

Sempre em foco, Stelmann mostrou neste sábado, no Rio, que tem muito samba no pé para enfrentar o desafio de reinar na bateria da Renascer de Jacarepaguá.

Durante feijoada da escola de samba, que pertence ao grupo de acesso, Stellman, trajando um curtíssimo shorts vermelho, sambou à frente dos ritmistas e exibiu sua excelente forma física.

Stellman mostrou empolgação ao cantar o samba da agremiação, e chegou a tentar aprender a tocar tamborim com um dos ritmistas da escola.

Mais detalhes e fotos na matéria do Terra.

Nada pode parar os autoramas

Sunday, December 31st, 2006

A banda Autoramas começou em 1997 e desde então vem fazendo um som legal, que eles chamam de “Rock para Dançar”, uma mistura da Surf Music dos anos 60, com a New Wave dos anos 80, mais influências da Jovem Guarda, e a energia do Punk Rock com guitarras com timbres únicos, baixo distorcido e batidas dançantes. Nada que vá mudar o mundo, mas é bem “ouvível”.

Uma apresentação deles que eu gosto bastante é a música “let me sing, let me sing” que eles gravaram pro show/tributo “o baú do Raul”, em parceria com a Erika Martins (ex-Penélope). Mas a que eu mais gosto mesmo é a “fale mal de mim”, de um dos primeiros discos deles.

Minha reputação continua intacta
Apesar de todas estas historinhas que você inventou
E se a vida pra você é uma disputa
Lembre-se que pra todo o jogo há um perdedor

Rockzinho básico, letras nada ricas, mas vai prosseguindo fazendo o que sempre fez, cuidando bem da sua própria cozinha ;-)

Feliz 2007 pra todos!

Festival mundial do consumo: o que você vai pedir pro Papai Noel?

Sunday, December 10th, 2006

Como cada um lida espiritualmente com o Natal é uma questão bastante pessoal e nem quero começar o debate. Mas na mesma data também ocorre o maior Festival Mundial do Consumo, e as pessoas presenteiam umas às outras, e desejam muitos objetos de consumo, embora na prática muito mais gente ganhe caixas de bombom, meias e vale-CD do que monitores LCD de 19 polegadas e parafusadeiras sem fio. Isso sem falar nas que desejam ganhar *algum* presente, *qualquer* presente. Faça a sua parte, pense nas pessoas que o rodeiam e dê um presente, por simples que seja, começando por aquelas que tiverem maior probabilidade de não ganhar nenhum outro presente de ninguém.


Papai Noel, Velho Batuta (ao som de Replicantes)

 
E para ajudar a escolher e desejar presentes para si mesmo ou para as pessoas que significam algo especial pra você, conte com as listas de sugestões de presentes de Natal que eu publiquei ao longo de toda a semana no Efetividade. Procurei escolher preferencialmente itens que estejam à venda no Brasil, e que possam ser comprados via Internet, em sites como o Submarino, Comprafacil.com (Hermes), MercadoLivre, Kalunga, Gimba e muitos outros.

Como na cooperativa do Milo Minderbinder (se você não leu Catch-22, deveria ter lido!), todo mundo sai ganhando com a redução das chances de ganharmos uma camisa da cor errada, um conjunto de 3 pares de meia, um vale-CD sem alma ou um livro escolhido sem atenção.

Eis a lista das listas:

E vocês, meus amigos, colegas e conhecidos, que objeto de consumo pediram pro Papai Noel esse ano? Publiquem nos seus blogs, se puderem, porque aí mais gente fica sabendo e aumenta a chance de vocês ganharem mesmo! Senão, escrevam aqui nos comentários mesmo…

Galaxy Trio

Monday, October 17th, 2005

Ontem antes de dormir liguei a TV e dei uma olhada no Boomerang, como de costume. Mas desta vez, ao invés de estar passando o habitual e insuportável “Garfield e seus amigos” de todos os dias úteis, peguei o comecinho de um episódio do Galaxy Trio, uma série extremamente tosca, que acabei de pesquisar e descobrir que foi produzida no final dos anos 60. E naturalmente ainda passava na TV brasileira no final dos anos 70, porque eu lembro dela na minha infância. É tudo muito divertido, desenhos desproporcionais, argumento sem pé nem cabeça, “heróis” se metendo onde não devem. E principalmente o personagem que é verde e se transforma em uma nuvem de gás. Parece piada de mau gosto, mas eu ri.

No episódio que eu vi, o Trio fica preso em uma falha temporal e acaba indo parar na escandinávia, no século 1 a.C. Lá encontram uma vila viking sendo atacada por uma armada romana. E o flatulento esverdeado fala: “mas peraí, aprendi na aula de História que os romanos nunca conquistaram a escandinávia!” Conclusão lógica(?): lá vai o Galaxy Trio ajudar os chifrudos a repelir a invasão. Ao final, um comandante romano fala: “Esses nórdicos são loucos! Não voltaremos nunca mais aqui!” (a parte sobre os vikings loucos é invenção minha, ok? Ninguém plagiou o Obelix), e o Galaxy Trio é proclamado como integrante do panteão dos deuses locais. E ainda tive oportunidade de ver o comercial do Laboratório Submarino em que os personagens dublam “Ã?guas de Março”. É mesmo hilário, espero que alguém grave isso e disponibilize o MPEG logo.

No final de semana recomecei a assistir Band of Brothers. Eu assisti há uns 2 anos, pegando na locadora um disco por semana, mas agora não resisti e comprei a caixa. Muito bom!

Revisionismo biciclético

Sunday, October 2nd, 2005

Hoje eu fui devolver um DVD na locadora aqui da rua, logo depois de acordar, e acabei percebendo que estava uma bela tarde de domingo. Após tanto tempo de chuva, até tinha esquecido como era isso. Logo tomei a decisão óbvia: vamos andar de bicicleta!

Cheguei em casa, calcei o tênis, botei uma camiseta compatível com a tarefa e fui lá no térreo pegar a bike. Que decepção! O pneu da frente estava no chão, obviamente furado, uma vez que eu o enchi anteontem quando andei de manhã.

Mas eu estava motivado, então resolvi trocar. Arranjei outro pneu e comecei a troca, até descobrir que as ferramentas no kit da bicicleta não serviam para isso. Tudo bem, eu tinha outras em casa, e busquei. Não serviram. Mas no carro eu tinha a chave necessária, e acabei conseguindo trocar.

Aí fui ao posto pra encher o pneu novo. Quem disse que o compressor funcionava? Mas com um pouco de insistência acabou dando certo, só que aí ele quase estourou o pneu (eu queria 36 libras, mas ele continuou enchendo. Parei manualmente em 40lb).

Aí quase deu tudo certo. O freio estava desregulado por causa de diferença entre as duas rodas, a altura do amortecedor precisava de acertos, e o “gatilho” do velocímetro ficou na outra roda. mas não teve problema, fui assim mesmo. Outro dia levo na oficina.

E assim, meio torto, meio freiando e com as mãos sujas de graxa, tive meu passeio de domingo.

Suzy is a headbanger, her mother is a geek

Sunday, July 31st, 2005

“Quando querem transformar inteligência em traição, estupidez em recompensa e esperança em maldição, é o bem contra o mal. E você de que lado está?” O domingo começa com essa música que, apesar de ser a maldição do fim de muita festa no momento em que começa a rodinha de violão especializada em legião e engenheiros, me faz pensar desde que eu ouvia no rádio do ônibus indo pra escola. Parece que sempre tem alguém querendo fazer estas transformações, e constantemente temos que escolher lados.

E o domingo que começa é também o aniversário do Helio Castro, também conhecido como KDHelio, cara íntegro, receptivo e sempre disposto, amigo e camarada na luta pelo avanço do software livre, apesar de ter nascido na década de 70 e já ser tão idoso. Parabéns!

Nessas viradas que a playlist dá, mudou pra Ramones. Peace and love are here to stay, and now I can wake up and face the day. Happy happy happy all the time, shock treatment i’m doing fine. Gimme gimme shock treatment!

E bom domingo pra todos os 3,42 leitores deste blog!