Archive for June, 2005

Funcionária “premiada” com tartaruga ganha indenização de R$ 24 mil

Monday, June 13th, 2005

“O empregado não pode ser ofendido por não atingir as metas fixadas pelo empregador. Com base neste entendimento, os juízes da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP) condenaram o banco Banespa S.A. a pagar indenização no valor de R$ 24 mil a uma ex-funcionária. A bancária ingressou com a ação na 51º Vara do Trabalho pedindo reparação por danos morais sofridos no período em que trabalhou no banco. De acordo com o processo, o banco determinou que a reclamante colocasse sobre sua mesa de trabalho tartaruga de brinquedo a fim de identificar o descumprimento de metas fixadas. Além disso, o gerente apelidou a funcionária de “Magda”, em alusão à personagem, pouco inteligente, vivida pela atriz Marisa Orth em programa da TV Globo, e também afirmava que ela deveria “parar de comer bananas”. Condenado pela vara, o Banespa recorreu ao TRT-SP, sustentando que a Justiça do Trabalho não é a adequada para julgar danos morais e que não houve dano à honra da reclamante. A bancária recorreu pedindo que a indenização fixada – de 80 salários mínimos -, fosse aumentada.â€? Veja o texto completo em Invertia – O portal de economia do Terra.

Professor é preso por fazer prova por aluno no CE

Monday, June 13th, 2005

Professor é preso por fazer prova por aluno no CE – Terra – Brasil: O professor Marcos Antônio de Oliveira, 30 anos, está preso em Fortaleza, no Ceará, depois de tentar fazer uma prova no lugar do estudante José de Moura Barros Júnior, 21 anos, que queria transferir o curso de Ciências Contábeis de uma universidade particular para a Universidade Estadual do Ceará (Uece).

A prisão aconteceu na tarde deste domingo, no Centro de Humanidades da Uece. Marcos confessou o crime e disse que iria fazer a prova por amizade a José de Moura, não por dinheiro.

Marcos vai responder por estelionato e falsidade ideológica. A polícia está procurando José de Moura para prendê-lo. Ele deve responder também por estelionato.

Fórum discute os rumos do software livre no Brasil

Sunday, June 5th, 2005

Eu estava lá e fui um dos participantes (na mesa “Comunidade”) do debate que virou manchete no Terra, na Info e em vários outros veículos. Fiquei orgulhoso ao saber que foi o maior público entre todas as atividades do Fórum, embora acredite que o interesse maior do público seja pelas palestras técnicas. Tirei a foto abaixo (que mostra uns 2/3 do auditório – clique para ampliar) quando já havia subido para compor a mesa, pouco antes de o verdadeiro debate começar.

Vista parcial da platéia

Trecho da notícia do Terra: “Um dos debates mais importantes nesta edição do Fórum Software Livre ocorreu nesta tarde. O painel “O Futuro do Software Livre no Brasil em Debate” reuniu representantes de órgãos do governo e da comunidade software livre, administradores e desenvolvedores para discutir os rumos do software livre no País.

O debate foi até agora o mais procurado pelo público, que participou ativamente aplaudindo, vaiando e questionando. O governo foi bastante cobrado na fala dos debatedores, que exigiram definições, modelos e mais efetividade na execução de projetos.

“Quanto se economiza é discussão do passado, queremos saber o que é gasto, o que se desenvolve e a renda que gera”, disparou Marcelo Branco, da coordenação do Projeto Software Livre Brasil. Para Branco, o software livre tem que se sustentar no mercado formal, “gerando emprego e renda”, e não ficar somente preso ao governo, à academia ou ao trabalho voluntário.

Cezar Alvarez, coordenador do programa PC Conectado, disse que o desafio é conciliar inclusão digital, software livre e produção industrial. “Num país onde 79% da populção nunca manuseou um computador e 89% jamais se conectou à internet, o PC Conectado se apresenta como um projeto de inclusão digital para famílias pobres e é parte de um programa mais amplo do Governo Federal. Com ele teremos mais um milhão de computadores rodando com Software Livre”.

Um modelo de negócios para o software livre foi defendido como necessida urgente por Bruno Souza, do projeto SouJava. Na opinião dele, é preciso ampliar a discussão sobre o tema das patentes. “Queremos um modelo de negócios com previsão de exportação de softwares”, explicou. Clarice Copeti, vice-presidente de TI da Caixa Econômica Federal, concorda. O modelo tradicional, em que uma empres fornece um pacote fechado, segundo ela, não serve para um banco público. Para Cerqueira César, vice-presidente de TI do Banco do Brasil, citado no site do fisl 6.0 (http://fisl.softwarelivre.org/6.0/), o Brasil tem a possibilidade de ser a referência em software livre para o mundo.

Desempregada vende sua alma ao diabo na Internet

Sunday, June 5th, 2005

Do Terra: “Quando a economista chilena Verónica Valázquez completou três anos sem emprego, resolveu oferecer sua alma ao diabo através da Internet por um preço de 2,5 milhões de pesos (US$ 4,3 mil), mas depois se arrependeu e admitiu que seu objetivo era chamar a atenção para a questão do desemprego em seu país.

“Senhor diabo, aqui tem uma alma preciosa e muito barata”, afirma o anúncio publicado no site Deremate.com. “Vendo minha alma. Nobre, superlinda e com pouco uso. Comprem minha alma, senhores, façam suas ofertas”, acrescenta a mensagem da economista, mãe de um menino de três anos.

Mas antes que o “diabo” ou outro comprador concretizasse o negócio, Verónica retirou sua oferta. Através do site, os interessados começaram a pedir mais detalhes a respeito do produto, como o tempo de garantia, o tipo do modelo ou se poderia ser feita uma troca por um automóvel.

Seu objetivo, explicou Verónica, era chamar a atenção das pessoas sobre o desemprego que atinge os jovens profissionais. A economista, 35 anos, não tem uma fonte de renda. “Eu queria discutir a questão sob uma ótica mais criativa, mas, diante do rebuliço que minha oferta causou, prefiro ficar calada”, concluiu. ” (link)