Billy the Kid e seu bando estão fugindo da lei, que finalmente resolveu reunir uma quantidade de gente suficiente para colocar em seu encalço. Correria, tropel, pequena vantagem a favor dos foragidos, mas subitamente eles se vêem à beira de uma ravina, e interrompem prontamente o galope. Não podem avançar, não podem mais recuar (os perseguidores estão à vista no mesmo caminho pelo qual eles vieram), e não sabem o que fazer.
Nisto surge Chávez, o mestiço índio-mexicano que faz parte do bando e havia ficado um pouco para trás. Percebendo a situação em que seu grupo se encontra, ele volta suas atenções para a montaria. Aperta o cavalo e grita: “Assay, assay!” O cavalo prossegue em desabalada carreira, descendo a ravina na mesma velocidade em que vinha. Inspirados, os outros membros do bando (com Billy à frente) esporeiam também suas montarias, e gritando “Assay, assay”, descem o desfiladeiro aos trancos, exatamente quando as forças da lei alcançam o ponto em que estavam, mas não têm a mesma motivação em descer.
Corta para meia hora depois, quando param para descansar e dar água aos animais. Billy the Kid aproxima-se de Chavéz e comenta como foi impressionante o seu gesto de coragem, e como inspirou os demais. Termina elogiando a cultura indígena, e pergunta: afinal de contas, o que significa Assay?
Chávez responde, de pronto e com a típica fleugma de índio de filme de bangue-bangue: “Significa ‘Pare!’, mas o maldito cavalo não entendeu.”


Are you taking over
Sonny: “How’s Paulie?”
Tommy: Then what happens to the rabbit?