Ontem vim pra Joinville ouvindo esse CD do Midnight Oil, e percebi uma coisa engraçada: esses australianos têm sotaque de Brusque! Isso fica claro em diversas músicas, e da próxima vez que você ouvir Blue Sky Mine ou Beds are Burning, não conseguirá deixar de notar e comentar com quem estiver perto. Mas diga que viu em uma revista, porque se você disser que viu no blog de um amigo vão achar você muito nerd.
E se você não conhece nenhum brusquense, vou explicar: o sotaque de lá mistura as influências açorianas do litoral catarinense (como em Floripa, por exemplo) com a colonização européia, e tem um S chiado caracterÃstico, bem diferente do carioca ou florianopolitano.
E assim, o “across the wilderness” vira “acrosh the wildernesh”, e o Midnight Oil nunca mais será o mesmo.
Well you can say you’re Peter, say you’re Paul
Don’t put me up on your bedroom wall
Call me king of the mountain




Ontem antes de dormir liguei a TV e dei uma olhada no Boomerang, como de costume. Mas desta vez, ao invés de estar passando o habitual e insuportável “Garfield e seus amigos” de todos os dias úteis, peguei o comecinho de um episódio do Galaxy Trio, uma série extremamente tosca, que acabei de pesquisar e descobrir que foi produzida no final dos anos 60. E naturalmente ainda passava na TV brasileira no final dos anos 70, porque eu lembro dela na minha infância. É tudo muito divertido, desenhos desproporcionais, argumento sem pé nem cabeça, “heróis” se metendo onde não devem. E principalmente o personagem que é verde e se transforma em uma nuvem de gás. Parece piada de mau gosto, mas eu ri.
