E a fonte?

A mãe chegou pro Natal, trazendo consigo alguns pacotes de biscoitos salgados da Delicatesse Viktoria, lá de Joinville, juntamente com meu velho PSOne (e vários CDs de jogos) que minha irmã provavelmente levará para Brasília no ano novo.

Ela também trouxe o seu notebook novo, mas por alguma razão dessas que quem não é sua própria mãe (eu sei, isso exclui a maior parte da humanidade) jamais entenderá, *optou* por deixar em Joinville a fonte de alimentação do dito-cujo, que chegou aqui já sem carga na bateria, também por razão similarmente misteriosa.

Com um pouco de movimentação frenética, alguns telefonemas e uma ida ao centro (vendo apenas de relance o Fiat Uno do Mal), consegui uma fonte compatível (20V, 2A), e ainda voltei a tempo pro churrasco de boas-vindas.

Ah, hoje também comprei, finalmente, o meu metrônomo digital. Ele também é afinador de guitarra e baixo, como é comum (aparentemente, exceto nos “de griffe”). Outro dia conto a vocês sobre ele, depois que eu testar, e finalmente deixar de lado o metro.sh, bastante preciso mas bem menos conveniente e portátil.

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