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e creio que isto sintetiza minha opinião.
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e creio que isto sintetiza minha opinião.

Faz tempo que eu não aparecia por aqui, espero que estejam todos muito bem!
Beleza!
Hoje li um texto interessante do Bruce Sterling. Carrega bastante nas tintas, mas me fez refletir por mais de 12 segundos.
Uma tendência que eu já havia observado há 6 meses e há 12 meses se repetiu: o lançamento de uma nova versão do Ubuntu acaba influenciando a pauta da imprensa tecnicamente inclinada, tanto aqui quanto lá fora, e o código aberto pulula em um sem fim de matérias nos 10 dias seguintes.
Dessa vez o fenômeno foi um pouco mais intenso, e o resultado foi um acúmulo incrível de notícias aprovadas mas ainda não postadas no BR-Linux. Ontem de noite eu cheguei a ter uma fila de inacreditáveis (para mim, considerando o histórico) 50 posts prontos a ir ao ar, aguardando apenas eu definir data e horário. Considerando que em um dia normal eu publico 14 a 16 posts por lá, isso significa que eu tinha uma gaveta lotada com posts para 3 dias.
O usual é eu fechar cada dia com apenas 8 a 10 posts prontos a ir ao ar no dia seguinte, e ter de me virar para fechar a “pauta”. Em semanas especialmente tranquilas para mim, eu chego a acumular uns 20 posts para ir liberando aos poucos (privilegiando sempre os que têm assuntos que “vencem”) e gerenciar minha necessidade de escrever mais.
Os 50 posts acumulados de ontem mostram que a visibilidade do código aberto hoje é bem diferente do que era há poucos anos. Não necessariamente isso é bom, ou ruim – muitas das matérias são pobres, erradas, repetitivas ou negativas. Em especial, isso não significa que agora o código aberto é pop, nem que o ano que vem será o ano do Linux no desktop.
Aliás, segundo o calendário maia, o ano do Linux no desktop é 2013.
Nova lei pode proibir emos na Rússia – Medidas visam regular sites dedicados ao gênero e roupas nas escolas. ‘Expressar emoções não é proibido por lei’, rebate vocalista de banda russa.

Uma nova lei pode proibir emos na Rússia. As regras, que ainda estão sendo formuladas, podem banir sites dedicados ao gênero e até o modo de se vestir nas escolas e em prédios do governo. Aparentemente, essas medidas estão sendo tomadas por medo de que “modismos adolescentes perigosos” induzam à depressão e ao suicídio.
Ah se a Mariana descobre! Mais detalhes no G1 e na desciclopédia. Mas não clique em nenhum link de lá, prejudica bastante a produtividade.
(repost em homenagem à reativação da Poeira Cósmica – este texto foi publicado originalmente em 15 de novembro de 2005)
Eu tenho andado bastante ocupado, e a prática da levitação acabou ficando em segundo plano. Mas hoje, feriado, ao perceber que não teria alternativa senão fazer o degelo do congelador que vinha sendo adiado há uns 45 dias (a porta nem fechava mais…), acabei ganhando 2h para praticar um pouco enquanto o gelo gotejava. Peguei a câmera e fixei para tirar fotos automaticamente a cada 3 minutos, folheei os livros radiantes para alcançar o nível de iluminação necessário, e comecei.
Fiz um total de 3 sessões, e nas 3 consegui alcançar quase 90cm em relação ao tapete, bem mais do que na vez anterior que tentei (as fotos da vez anterior também estão publicadas aqui, em algum lugar). Desta vez publiquei também uma foto na resolução original da câmera, porque todo mundo vive me pedindo isso. Não entendo por que.
Na foto abaixo, note como o Zi fica todo “eletrizado” quando passa por baixo. A levitação com a técnica Wilber dissipa muita energia no ambiente, dá de medir com um multímetro. Ou com um felino…

As duas fotos abaixo são da mesma sessão. Já estou conseguindo movimentar os braços e acompanhar o movimento com o olhar, sem levar mais tombos. Mas não consigo mover ou elevar os objetos ainda, preciso praticar mais o método Mark Hamill.

Fechando a seqüência, uma foto minha praticando para o teste dos punhais de cristal. Não tenho nem punhais e nem cristais em casa, mas se eu caísse ia quebrar várias taças e desperdiçar 3 garrafas de cerveja que estavam geladinhas

Levitar é fácil e está ao alcance de todos. Tudo o que você precisa é de leveza de pensamentos, o nível certo de iluminação e um pouco de técnica. Se você tiver interesse em aprender a levitar e receber uma publicação sobre o assunto, não mande um e-mail para nutsΘbr-linux.org. Shazam!
Veja também:
A Justiça Federal suspendeu de forma provisória, para evitar a divulgação da lista de aprovados, o concurso da Escola Agrotécnica Federal, na cidade de Belo Jardim (PE), a 180 km do Recife, atendendo a pedido do Ministério Público Federal de Pernambuco (MPF/PE). Dois dias após a divulgação do gabarito, um candidato procurou o MPF/PE denunciando que a resposta certa para todas as questões era a letra “a”.

O mais legal é a explicação:
A iniciativa de definir o gabarito dessa forma partiu da comissão responsável pelo concurso. “A comissão achou que com essas alternativas a gente poderia avaliar a segurança do candidato. Mais para frente, nós percebemos que não foi a forma mais correta de proceder”, reconheceu o presidente da comissão.
Via G1.
Recentemente um padre parananense exibido tentou realizar um vôo amarrado a um montão de balões de festa, em um dia de mau tempo, sem saber usar o equipamento que levava “a bordo” e que em última análise poderia ter viabilizado a chegada a tempo do resgate que daria um final diferente à sua trágica estupidez.
Pensei em fazer o trabalho final da minha pós em Gerenciamento de Projetos estudando este caso, e ainda não desisti, embora o esforço demandado pelo rigor científico necessário esteja me afastando – basear-se apenas nos relatos da imprensa me parece insuficiente, e certamente consigo encontrar algum caso mais simples de estudar.

Mas a existência de casos bem-sucedidos para comparar me faz continuar com esta idéia na cabeça. A foto acima é do recente vôo de Kent Couch, dono de um posto de gasolina, que foi do Oregon até Idaho – pouco mais de 300 km sobre o deserto.
Foi o terceiro vôo deste tipo que o Couch já fez, e neste ele levou 3 tanques de lastro líquido, que ele esvaziava aos poucos quando queria subir, uma vara com gancho, uma espingarda de pressão e uma pistola de dardos (pra atirar em balões para descer um pouco ou mesmo pousar), e mais um suprimento de ovos cozidos, carne seca e chocolate.
E ele também não descuidou da segurança e dos equipamentos de bordo: um pára-quedas (não utilizado), um GPS com altímetro, um fone via satélite e 2 rastreadores GPS – um preso nele, e o outro na cadeira de jardim em que ele voou.
E ele não foi o primeiro a sobreviver a esta idéia amalucada: em 1982 Larry Walters voou a 16.000 pés, tendo sido avistado por múltiplos aviões comerciais. A aterrissagem dele não foi tão bem-sucedida, e ele teve que pagar uma multa de US$ 1500, mas saiu andando.
A conclusão? Tem várias possíveis, mas a que me vêm à cabeça mais freqüentemente é que não é porque a idéia em si parece estúpida que o projeto e a execução também precisam ser.
Uma borboleta bate as asas em Pequim, um filhote de foca espirra no ártico, um estagiário da Telefonica aperta a tecla errada em Baurü, e o estado de SP fica parcialmente fora da Internet por mais de 24h, levando consigo o BR-Linux.

Muito se discutiu e se debateu, mas apenas uma coisa está comprovada: um estagiário levará a culpa. E eu tenho certeza de que foi em Baurü, igual o apagão de 1999.

Após um breve hiato, volta ao ar o blog menos lido da região. Obrigado!